segunda-feira, 29 de março de 2010

Devassa Divindade

A noite da vida suplica intimidade
A vida da noite és tu, devassa divindade

Buscamos o prazer, da carne, da mente
Astuto ser, esta vaidosa, elo quente

Chega a nós à frágil pelagem
Demasiado apego se faz
Não acreditamos do que ela é capaz
Tampouco à mostra da sua real imagem

Ó espírito cruel, amo te às luzes da lua
Dama serena, podeis tu dizer-me “sois somente tua”?

Amor eterno, amor cruel
Quebraste meu coração de pedra
Através da minha mente de papel

Arrastai-me, ao mais profundo êxtase
Prisão do amor, da vida, da dor
E ali, me deixaste!

29/03/2010

Poema sobre escravidão, loucura, paixão e procura.

Beijos a tod@s!

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