A noite da vida suplica intimidade
A vida da noite és tu, devassa divindade
Buscamos o prazer, da carne, da mente
Astuto ser, esta vaidosa, elo quente
Chega a nós à frágil pelagem
Demasiado apego se faz
Não acreditamos do que ela é capaz
Tampouco à mostra da sua real imagem
Ó espírito cruel, amo te às luzes da lua
Dama serena, podeis tu dizer-me “sois somente tua”?
Amor eterno, amor cruel
Quebraste meu coração de pedra
Através da minha mente de papel
Arrastai-me, ao mais profundo êxtase
Prisão do amor, da vida, da dor
E ali, me deixaste!
29/03/2010
Poema sobre escravidão, loucura, paixão e procura.
Beijos a tod@s!
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