segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aquela Flor

Sabe aquele grito... Aquela dor,
Da flor que sofre pelos que amam
Pelo que demonstram
Como é o amor?

Diante da beleza dos sentidos
Da luxúria dos distraídos
Ergue-se formosa chama
Entre fulano e sua dama.

Chama de atração, chama de dor
Que queima com prazer e angústia
Levando o espírito ao torpor,
Carinho, união... Harmonia.

E ela lá, a flor coitada,
Sem pelo, despetalada
Sentida, Desflorada
Pelo o amante e sua amada!


Poema sobre natureza, abstração, beleza e distração.