Sabe aquele grito... Aquela dor,
Da flor que sofre pelos que amam
Pelo que demonstram
Como é o amor?
Diante da beleza dos sentidos
Da luxúria dos distraídos
Ergue-se formosa chama
Entre fulano e sua dama.
Chama de atração, chama de dor
Que queima com prazer e angústia
Levando o espírito ao torpor,
Carinho, união... Harmonia.
E ela lá, a flor coitada,
Sem pelo, despetalada
Sentida, Desflorada
Pelo o amante e sua amada!
Poema sobre natureza, abstração, beleza e distração.
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